
Faz amanhã uma semana que a perdi. Para sempre. Não esperava, nem tão pouco esperaria reagir assim. As lágrimas vêm, intermitentes. A dor, aparece subitamente, vai e vem. A saudade, essa, é permanente. Custa muito, mas a vida é assim. É a esse 'cliché' que me agarro para voltar ao dia-a-dia...
Aquele olhar, por vezes perdido mas sempre dócil, o sorriso sincero mas nem sempre feliz, as rugas na testa que eu adorava beijar, as teimosias próprias da idade, os beijos na face cheios de ternura, os conselhos de quem tanto viveu, as conversas intermináveis sobre um romance intemporal, os almoços e lanches no teu lugar favorito... Tudo isso fica guardado num baú secreto, do qual só eu tenho a chave. Uma palavra sobrevive: orgulho. De quem tanto me deu sem nada pedir em troca. O exemplo fica e será seguido. Prometo.
Obrigado avó
Aquele olhar, por vezes perdido mas sempre dócil, o sorriso sincero mas nem sempre feliz, as rugas na testa que eu adorava beijar, as teimosias próprias da idade, os beijos na face cheios de ternura, os conselhos de quem tanto viveu, as conversas intermináveis sobre um romance intemporal, os almoços e lanches no teu lugar favorito... Tudo isso fica guardado num baú secreto, do qual só eu tenho a chave. Uma palavra sobrevive: orgulho. De quem tanto me deu sem nada pedir em troca. O exemplo fica e será seguido. Prometo.
Obrigado avó