quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Diário de uma gripalhada


Estar doente é uma merda. Seja uma simples dor de cabeça, de garganta, de estômago ou de dentes, tira-me do sério. São horas (se não dias) perdidas, o discernimento fica afectado e claro que o nosso rendimento se ressente a todos os níveis. Mas o pior é quando o problema não é passageiro. Estou de "molho" há seis cinco dias, tudo indica que com uma grande gripalhada.
Dia 1
Comecei a sentir que estava "a chocar uma" na sexta-feira à tarde, mas não liguei. À noite tinha uma futebolada, ao ar livre, e correu tão bem ou tão mal que me valeu a primeira noite de pesadelo: quase não dormi, entre alucinações e suores frios (tive que mudar duas vezes de roupa) e a garganta sempre a dar horas... A febre? 39ºC
Dia 2
Sábado acordei, sentia-me bem e... siga para nova futebolada. "O jogo estava marcado e se faltasse deixava o pessoal pendurado, estavam a contar comigo" - (é esta a explicação para quem ache que sou maluco. Ok, não deixo de ser maluco...) O resto do dia passei-o a tentar resistir a uma recaída. Não consegui: à noite rendi-me e fiquei novamente de cama. A febre? 39ºC
Dia 3
Domingo
Passei o dia todo em casa, só a atacar a febre alta, que não baixava. Finalmente, à noite chamei o médico a casa e... nada de novo. É continuar a atacar a gripe, a febre há-de baixar...
Dia 4
Na segunda-feira fui trabalhar. Meio febril, lá me aguentei quase o dia todo. Mas quando cheguei a casa... voltou tudo ao mesmo. Mais uma noite de pesadelo vinha a caminho...
Dia 5
Terça-feira
De molho. Trabalhar nem pensar, só a partir de casa. Febre de 39ºC, dor de garganta e de cabeça. O descanso aconselhado pelo médico também não foi muito: trabalhei tanto de casa como se estivesse no meu local de trabalho...
Dia 6
Quarta-Feira
Primeiro dia sem febre. A garganta ainda dá horas. O dia lá fora também acordou com sol, depois de muitos dias sombrios. Espero que o este pequeno pesadelo esteja perto do fim.

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