I was the one who would always jump in first,
I didn't think twice to look behind,
Got such a good feeling just from playing in the dirt,
Once when I was little,
We could build a rocket, fly to the moon,
Leave Tuesday morning, be back for noon,
And there wasn't nothing, nothing that we couldn't do,
Oh, once when I was little, once when I was little,
Yeah, I could dream more then,
I could believed more then,
That the world could only get better,
I could be free more then,
I could pretend more then,
That this life could only show me good times,
Once when I was little
There was a time when I trusted everyone,
There was no place that I would not go,
Spend all day on the hillside next to the barley mow,
Oh, once when I was little, yeah, once when I was littleYeah,
I could dream more then,
And I believe more then,
That the world could only get better,
I could be free more then,
I could pretend more then,
That this life could only show me good times,
Once when I was little
I used to feel so strong,
Even when they'd tell me, tell me I was wrong,
That I can't live in a magic world,
Cause it's time for me to grow up,
And I've got to live like the rest of them,
Well, I know things have been lost,
Oh, I could pretend more then,
And I could believe more then,
That the world, it would only get better,
Oh, I could believe more then, yes, I could
And I could pretend more then,
That this life, it could only show me good times,
Once when I was little
So here comes the next one, next in line,
Stay as young you can, for the longest time,
Cause those days flew by, like a breeze just passing through
Once when I was little
Lyrics by James Morrison
Pensamentos e outros que tais...
Acerca de mim
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Vicky, Cristina, Barcelona
Não vale a pena mentir. Gajo que é gajo gostou de ver Vicky, Cristina, Barcelona. A receita é simples: duas amigas, Vicky (Rebecca Hall) e Cristina (Scarlett Johansson) vão de férias para Barcelona, onde conhecem numa noite Juan Antonio (Javier Bardem), um pintor que teve um divórcio conturbado da mulher, Maria Elena (Penélope Cruz), linda e igualmente doida.Se Vicky, a morena, é centrada, prática e (aparentemente) sabe bem o que quer, já Cristina, a loira, é o oposto: impulsiva e sem medo de arriscar. O triângulo amoroso (não chega a ser um quarteto, embora Penélope bem tente...) é irresistível e faz-nos pensar (novamente) nos paradoxos do romance, bem ao jeito de Woody Allen (de quem nem sou particularmente fã).
Mesmo quem vive uma relação estável não pode deixar de se questionar e de pensar, depois de ver o filme, na incerteza que é uma relação e no absurdo em que muitas se tornam. De um momento para o outro, um olhar, um encontro inesperado, pode mudar uma vida (ou duas). Pode acontecer connosco ou com quem está ao nosso lado, a tentação está sempre lá. Por isso, o melhor mesmo é viver o dia-a-dia. E ignorar (ou não) os sinais.
O Leitor e uma lição de amor

Este ano não quis que os Óscares me passassem ao lado. Durante quase duas semanas, o cinema foi a minha segunda casa e vi a grande maioria dos filmes nomeados aos Óscares (aqueles que me interessavam, é claro).
Se Quem Quer ser Bilionário me surpreendeu pela originalidade do argumento - não tanto pelas interpretações - e O Estranho Caso de Benjamim Button sobretudo pelo trabalho de caracterização, Vicky Cristina Barcelona trouxe de volta um estilo de comédia que não via há anos: inteligente e (quase) sem lugares comuns. Recomendo.
Mas é outro o filme o que destaco: O Leitor (The Reader). À partida tinha os ingredientes certos para me conquistar: um dos meus actores favoritos (Ralph Fiennes), uma das actrizes da moda (Kate Winslet) e uma temática que me habituei a seguir com interesse: a II Guerra Mundial. Gostei do filme, mas não entrou directamente para a categoria dos eleitos. É pesado e dramático q.b., mas não suficientemente surpreendente, Ralph Fiennes entra tarde de mais na acção (que saudades de o ver a tempo inteiro em O Paciente Inglês) e falta qualquer coisa para ser arrebatador.
Mesmo assim, retirei dois ensinamentos do filme: só aquilo que sentimos, o amor, nos pode levar a pôr em causa as nossas convicções, princípios, tudo. E, ainda mais arrepiante: é possível guardar um sentimento a vida toda sem se conseguir seguir em frente. O Leitor valeu por me ter feito pensar. Ainda que pouco.
Afinal era uma amigdalite...
Já não me lembrava de uma destas. Depois de quase uma semana de cama, o iluminado do (segundo) médico que me consultou - no meu leito de enfermo - concluiu que a gripe era, afinal... uma amigdalite. Santa incompetência...
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Diário de uma gripalhada

Estar doente é uma merda. Seja uma simples dor de cabeça, de garganta, de estômago ou de dentes, tira-me do sério. São horas (se não dias) perdidas, o discernimento fica afectado e claro que o nosso rendimento se ressente a todos os níveis. Mas o pior é quando o problema não é passageiro. Estou de "molho" há seis cinco dias, tudo indica que com uma grande gripalhada.
Dia 1
Comecei a sentir que estava "a chocar uma" na sexta-feira à tarde, mas não liguei. À noite tinha uma futebolada, ao ar livre, e correu tão bem ou tão mal que me valeu a primeira noite de pesadelo: quase não dormi, entre alucinações e suores frios (tive que mudar duas vezes de roupa) e a garganta sempre a dar horas... A febre? 39ºC
Dia 2
Sábado acordei, sentia-me bem e... siga para nova futebolada. "O jogo estava marcado e se faltasse deixava o pessoal pendurado, estavam a contar comigo" - (é esta a explicação para quem ache que sou maluco. Ok, não deixo de ser maluco...) O resto do dia passei-o a tentar resistir a uma recaída. Não consegui: à noite rendi-me e fiquei novamente de cama. A febre? 39ºC
Dia 3
Domingo
Passei o dia todo em casa, só a atacar a febre alta, que não baixava. Finalmente, à noite chamei o médico a casa e... nada de novo. É continuar a atacar a gripe, a febre há-de baixar...
Dia 4
Na segunda-feira fui trabalhar. Meio febril, lá me aguentei quase o dia todo. Mas quando cheguei a casa... voltou tudo ao mesmo. Mais uma noite de pesadelo vinha a caminho...
Dia 5
Terça-feira
De molho. Trabalhar nem pensar, só a partir de casa. Febre de 39ºC, dor de garganta e de cabeça. O descanso aconselhado pelo médico também não foi muito: trabalhei tanto de casa como se estivesse no meu local de trabalho...
Dia 6
Quarta-Feira
Primeiro dia sem febre. A garganta ainda dá horas. O dia lá fora também acordou com sol, depois de muitos dias sombrios. Espero que o este pequeno pesadelo esteja perto do fim.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Como se livrar de um "Cafajeste"
Moral da história: quando se tem um palminho de cara só se aguenta o primeiro "desaforo". Mas quando se fica a dever (e muito) à beleza a conversa é outra...
Segundo o dicionário que arranjei mais à mão, Cafageste significa: "indivíduo de baixa condição; sem maneiras, vulgar; infame, desprezível; biltre, canalha." Eu protesto contra a evidente discriminação de género. Que nome se dará então a uma mulher que é de baixa condição, sem maneiras, vulgar, infame, desprezível, biltre e canalha?? P***????
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