O título não engana. É isso mesmo. Não é prática da qual me possa gabar (se é que haveria motivos para gabar-me disso) mas já vi que resulta. Na semana passada assisti in loco a um verdadeiro engate de supermercado (de hipermercado, melhor dizendo), experiência que não resisto a partilhar. Foi levado a cabo por um dos exemplos de macho latino do século XIX: estatura média, ar de engatatão, à volta dos 30 anos, pólo preto e calças de ganga "desportivas". Tinha estilo, o rapaz. A receita, a avaliar pelo que vi, é simples e conta-se em três simples passos:
1 - procura-se a vítima (de preferência na zona da fruta, tem tudo a ver)
2 - pergunta-se pelos kiwis, papaias ou mangas (frutos exóticos de preferência)
3 - gaba-se a capacidade para escolher fruta e... pronto, no minuto seguinte está-se a ajudar a escolher melões.
Nada mais simples. O resto é conversa de engate, rumo ao objectivo final. Não sei se resultou em pleno, no caso, mas em 5 minutos o D. Juan do Continente passou de mero desconhecido em perito em melões. Salvo seja. E daí a conversa fluiu, cheia de sorrisos, concerteza rumo ao café mais perto e, quem sabe, com direito a sobremesa... Elementar, meus caros...
Pensamentos e outros que tais...
Acerca de mim
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Uff! Fernando Santos já era!
Fernando Santos já não é treinador do Benfica. Que pena. Pena não ter saído mais cedo...
domingo, 19 de agosto de 2007
O porquê deste blogue
Não sei, não sei mesmo porque razão o criei. Se foi por estar na moda, por necessidade de exteriorizar pensamentos ou simplesmente para "aparecer". Não importa. O que importa é que ele EXISTE, para o bem e para o mal. Quanto ao nome, soa-me bem, embora reconheça que pode parece um pouco pretensioso. Eu gosto, é o que interessa. Espero que se divirtam a lê-lo tanto quanto eu me divirto a escrever. E toca a escrever comentários, não há nada como a interactividade nos tempos que correm...
É duro estar de férias!
Anda a arejar a pevide bem longe daqui, mas antes passou discreto cá pelo burgo. Numa destas terças-feiras chegou bronzeadíssimo (será amigo do outro??) à Gulbenkian com a mulher para assistir a um concerto. E ali se cruzou com vários ilustres da política (curiosamente do "outro" partido", televisão e até com ligações à igreja. No final, discretíssimo, saiu pelo elevador privado e… mais ninguém o viu. Até à semana passada, dizem…
Ai senhor, tanto espalhafato porquê
Parece que o nosso amigo, que eu trato “carinhosamente” por ‘ai senhor, ai senhor’ (há quem saiba de quem é que eu estou a falar…), chegou a Lisboa bronzeadíssimo ao lado da sua mais-que-tudo e de uma mão cheia de "porteiros de discoteca". Quem o esperava com intenções pouco católicas teve azar e acabou o dia a mostrar o BI à polícia, não fosse alguém ligado à Al Qaeda… Será que era preciso tanto espalhafato, ai senhor? Quem não quer ser incomodado (e tendo dinheiro, o que é o caso) pode sempre alugar um jacto ou um boeing (o Bush tem o Air Force One, certo?) e ir arejar sem stress para qualquer parte do mundo. Tanto secretismo para nada, só faltou mesmo a fotografia da praxe para ilustrar que o amor anda mesmo no ar...
Espártaco - Guerreiro dos nossos dias
O nome diz pouco à maior parte, mas bem podia ser um de nós. Espártaco, em latim Spartacus (120 AC - 70 AC) foi o gladiador que liderou a mais célebre revolta de escravos de Roma. Nasceu livre (como todos nós), mas foi reduzido à escravatura por ter desertado do exército onde servia.
Diz a lenda que era robusto e de bom coração, prudente, calmo e humanitário, qualidades pouco comuns aos indivíduos de sua terra, a Trácia. Foi morto depois de ter escapado com vida a várias investidas para o capturarem, e perdeu a vida em circunstâncias heróicas: foi abandonado pela sua "tropa" de escravos mas permaneceu firme no seu posto, completamente cercado, lutou valentemente e acabou retalhado.
Moral da história: todos nós somos "escravos" de alguma coisa, do trabalho, da sociedade, no fundo dos códigos sob os quais temos que reger a nossa conduta para que não nos julguem extraterrestres... Espártaco era escravo, mas contra tudo e contra todos soltou-se. Morreu, é certo, mas pelo menos seguiu os seus instintos e valores mais profundos. Se todos nós fizéssemos o mesmo...
Diz a lenda que era robusto e de bom coração, prudente, calmo e humanitário, qualidades pouco comuns aos indivíduos de sua terra, a Trácia. Foi morto depois de ter escapado com vida a várias investidas para o capturarem, e perdeu a vida em circunstâncias heróicas: foi abandonado pela sua "tropa" de escravos mas permaneceu firme no seu posto, completamente cercado, lutou valentemente e acabou retalhado.
Moral da história: todos nós somos "escravos" de alguma coisa, do trabalho, da sociedade, no fundo dos códigos sob os quais temos que reger a nossa conduta para que não nos julguem extraterrestres... Espártaco era escravo, mas contra tudo e contra todos soltou-se. Morreu, é certo, mas pelo menos seguiu os seus instintos e valores mais profundos. Se todos nós fizéssemos o mesmo...
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